Transferidor online

Meça qualquer ângulo direto na tela, ou digite um valor exato para desenhar. Graus e radianos, passos de 15° opcionais, e nenhuma calibração necessária.

Transferidor

Ângulo 60.0° 1.047 rad côncavo 300.0°

Arraste qualquer um dos braços para definir o ângulo. O mais próximo segue o ponteiro. Com o transferidor selecionado, ← → movem o braço ativo em 0,5°, ou em 15° segurando Shift . Os botões Braço A e Braço B escolhem qual braço as setas movem.

Medir um ângulo na tela

Um transferidor online se comporta quase igual ao de plástico da escola, com uma vantagem: nada escorrega. Arraste qualquer um dos braços e ele acompanha o ponteiro, travando no meio grau mais próximo enquanto a leitura se atualiza. Para medir algo real, segure o objeto plano contra a tela, com o vértice sobre a marca no centro da base, e leve cada braço até uma das duas arestas.

Existe um segundo uso, que muitas vezes é o que a pessoa realmente quer: desenhar um ângulo específico em vez de medir um desconhecido. Digite o valor no campo e os braços vão até lá, o que permite encostar um papel na tela e traçar um 45° ou um 30° exatos. Ative os passos de 15° e o arraste cai limpo nos ângulos que mais aparecem.

Por que aqui não é preciso calibrar

A régua precisa saber a densidade da sua tela antes de merecer confiança, porque informa comprimentos físicos. Um transferidor não precisa, e vale dizer o motivo: um ângulo é uma razão, não um comprimento. Amplie uma figura ou reduza e todos os ângulos dela continuam exatamente os mesmos. Esta ferramenta, portanto, está certa em qualquer tela, em qualquer resolução, sem preparo nenhum.

O que limita a precisão é o olho. A leitura chega ao décimo de grau, mais fina do que se consegue ler numa escala moldada, então na prática o resultado depende do cuidado com que você alinha os braços às arestas à sua frente. Se quiser mais folga, a tela cheia dobra aproximadamente o raio, e um grau passa a ocupar o dobro de arco.

Graus, radianos e os nomes dos ângulos

Graus dividem uma volta completa em 360 partes. Radianos medem essa mesma volta como 2π. Radianos são a unidade natural na trigonometria e nas bibliotecas matemáticas de quase todas as linguagens de programação, e é por isso que os dois aparecem. A conversão é graus × π/180, então um ângulo reto é π/2, ou cerca de 1,571 rad.

Vale ter o vocabulário na ponta da língua, porque costuma ser o que o exercício cobra:

Como um transferidor semicircular só lê até 180°, de plástico ou na tela, um ângulo côncavo se encontra medindo o parceiro menor e subtraindo de 360. Esse número fica ao lado da leitura principal: a conta já está feita.

Ler a escala certa

Um transferidor moldado traz duas fileiras de números correndo em sentidos opostos, e pegar a fileira errada é de longe o erro mais comum. Um ângulo lido como 130° no anel externo é 50° no interno. A regra que resolve isso nunca muda: decida primeiro se o ângulo é menor ou maior que um ângulo reto e depois escolha a fileira cujo número concorda com você. Um ângulo que visivelmente é estreito não pode ser de 130°, diga o que disser a escala embaixo do seu lápis. A versão desta página tem uma escala só, então a dúvida nem aparece.

Achar um ângulo sem transferidor

Às vezes a peça não chega até a tela. Três métodos pedem apenas uma régua:

Esses métodos servem muito além da lição de casa. Um corte em meia-esquadria é feito na metade do ângulo do canto, então um canto de 90° pede dois cortes de 45°, e um canto que não está bem em esquadro pede dois cortes que não são bem de 45°: mais um motivo para medir antes. A inclinação de um telhado é dada como proporção e não em graus, e o arco tangente converte uma na outra. Moldes de costura dão as pences em graus, e uma rampa de acesso tem máximo legal em quase todos os códigos de obras.

Ângulos complementares e suplementares

Dois ângulos são complementares quando somam 90°, e suplementares quando somam 180°. As duas palavras aparecem o tempo todo nos exercícios, e servem também fora do caderno: o complementar de um ângulo medido é o que sobra para cortar num canto reto, e o suplementar é o que a mesma reta forma do outro lado. Quando duas retas se cruzam, os ângulos opostos pelo vértice são iguais e os adjacentes são suplementares, o que permite deduzir três valores tendo medido apenas um. Na prática, quase sempre uma medida basta: o resto sai por subtração, e isso é mais confiável do que reposicionar o transferidor três vezes seguidas.

Perguntas frequentes

Como medir um ângulo na tela?
Encoste o objeto plano na tela, com o vértice sobre a marca no centro da base, e leve cada braço até uma das duas arestas. A leitura acompanha em graus e em radianos. Não há nada para instalar nem para calibrar.
Precisa calibrar o transferidor?
Não, e essa é uma diferença de fundo em relação à régua. Um ângulo é uma razão, não um comprimento: amplie uma figura e todos os ângulos dela continuam iguais. O transferidor, portanto, está certo em qualquer tela, em qualquer resolução, sem ajuste nenhum.
Como desenho um ângulo exato?
Digite o valor no campo próprio e os braços se posicionam sozinhos. Depois é só encostar uma folha na tela e traçar a linha. A opção de passos de 15° faz o arraste cair certinho nos ângulos mais comuns: 15, 30, 45, 60, 90 e assim por diante.
O que quer dizer agudo, obtuso e côncavo?
Abaixo de 90° um ângulo é agudo, em 90° é reto, entre 90° e 180° é obtuso, em 180° é raso, e acima de 180° é côncavo. Como um transferidor semicircular só lê até 180°, um ângulo côncavo se descobre medindo o parceiro menor e subtraindo de 360, conta que a página já faz para você.
Que precisão dá para esperar?
A leitura desce ao décimo de grau, mais fina que uma escala moldada em plástico. Na prática, o limite é o cuidado com que você alinha os braços. A tela cheia dobra mais ou menos o raio, e um braço mais longo perdoa mais: a mesma hesitação de um milímetro na ponta custa metade dos graus.
Funciona pelo teclado?
Sim. Selecione o transferidor, escolha o braço nos botões Braço A e Braço B, e as setas movem o braço ativo de 0,5° em 0,5°, ou de 15° em 15° com Shift pressionado.